SEXO E INFINITO /// SAGRADO E PROFANO!!!

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Rogério Fonteles Castro
Pós-Graduação em Física
Universidade Federal do Ceará
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Por ocasião de um recente simpósio sobre a Teologia da Sobrevivência houve consenso geral no sentido de que as tradicionais atitudes cristãs – rejeição da crença pagã divinizadora da Natureza e colocando o Homem como centro, mantendo a Natureza subserviente a ele – contribuíram para a superpopulação, a poluição do ar e da água e outras ameaças ecológicas. Durante vários séculos, a teologia tradicional tendeu a distanciar o homem da Natureza; ao enfatizar o valor da Natureza somente na medida em que ela contribui para o bem-estar do homem, à teologia tradicional sancionou a exploração do meio pela ciência e pela tecnologia. 

Pode parecer surpreendente que os valores religiosos sejam fatores básicos na crise ambiental. A religião tradicional como forma de fé exteriorizada tornou-se vazia de significado para muitos. Como expressão simbólica dos valores transpessoais do ser humano e seu relacionamento com esses valores, a religião tradicional perdeu muito de sua força. No entanto, as convicções e as premissas básicas sobre as quais se alicerça uma cultura não apenas são derivadas da crença religiosa, mas são idênticas a ela. Assim, como o ‘burguês gentil-homem’ de Molière, que se surpreende ao descobrir que ‘falou em prosa’ a vida inteira, o homem racional moderno poderá ficar chocado ao compreender que sua atitude em relação à Natureza e à sobrevivência é a expressão de seus valores religiosos. 

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Secularizamos nossa religião ao retirarmos da Natureza e do mundo tangível o sentido do sagrado. As preocupações maiores com o transpessoal parecem reduzir-se a ideias abstratas sobre o controle tecnológico da realidade extraterrena. Tecnologia, produção e maior bem-estar físico tornaram-se, aparentemente, nossos deuses. Conhecemos os perigos do nosso ambiente envenenado e os poderes autônomos e demoníacos da máquina e, no entanto, o que parece mais ameaçador é a nossa visão da Natureza como sendo ‘nada mais’ que uma coleção de coisas insensíveis e irracionais, tornando-nos insensíveis ao seu espírito autônomo, ao daimon existente na Natureza. Nós nos alienamos de uma qualidade psíquica que poderia acelerar o conhecimento de nós mesmos. E, como toda alienação, esta ameaça com neuroses e psicoses tanto o homem coletivo quanto o indivíduo. 

 

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Elíade afirmou que a transição de um ‘cosmos sagrado’ à ‘secularização da matéria’ levou à ‘secularização do trabalho’ e, se me permitem acrescentar, à secularização do lazer e do prazer. Ao tornar-se cada vez mais compulsivo e destituído do potencial criativo por servir apenas como instrumento de progresso e maior bem estar físico, o trabalho não possui o sentido do sagrado que lhe propiciaria uma satisfação existencial. O homem moderno, na sua corrida para ganhar tempo numa procura de satisfação que não mais encontra no trabalho, passa então a ‘matar’ esse tempo do mesmo modo compulsivo como aborda o seu trabalho. Sua busca de divertimentos hedonistas deve ser ‘bem-sucedida’, porém frequentemente está carregada de culpa e parece destituída de alegria. Ao alienar-se do sagrado, o mestre da Natureza está ameaçado de perder sua própria alma.

Vejamos estas ideias tradicionais da teologia judaico-cristã que, a nosso ver, ‘poluíram’ nosso pensamento. Os primeiros três mandamentos apresentam uma divindade separada do homem, o qual o moldou e o elegeu como exclusivo beneficiário das promessas divinas. A imagem desse líder patriarcal jamais deveria ser reproduzida. Ele existe exclusivamente para ser adorado. O sagrado está rigorosamente limitado ao ‘espírito’ abstrato, enquanto a experiência do sagrado nas manifestações concretas e materiais, tais como bosques, animais ou objetos do imaginário, são declaradas malignas. A imaginação simbólica foi banida. 

À medida que esse Deus intangível tornou-se a representação absoluta do bem, coube à natureza humana carregar a projeção do mal – o que exprime a implacável inimizade existente entre o patriarcal e a matriarcal Grande Mãe pagã. Pois mater, que é matéria, significa feminino, a alegre experiência da matéria no êxtase sensual, a carne instintiva. Como a Natureza tornouse maligna e pagã, os domínios do diabo tiveram de ser subjugados e mortificados pela parte divina do homem. 

Apesar de agora condenarmos no homem ocidental esta separação do seu lado instintivo, reconhecemos, talvez psicologicamente, a inevitável necessidade de livrar-se da Grande Mãe. Para conseguir um sentido independente de personalidade ele teve que obedecer ao comando do primeiro e único ser patriarcal: ‘Eu sou o que sou’ (Êxodo 3:14), esquecendo-se dos poderes da realidade unitária que nos rodeia, os deuses que são também animais, plantas, pedras, lugares e tempos. Ele teve que ‘dominar a terra’ e transformá-la numa serviçal do eu. Essas mudanças na perspectiva religiosa podem ser entendidas psicologicamente como a evolução de um estado relativamente indiferenciado até uma atitude mais distinta, mais individualizada. 

Nosso contemporâneo ego empírico funciona em termos de separatividade, reflexões racionais e o anseio de controlar. A identidade do ego se baseia no sentimento de separatividade em espaço e tempo, sujeito e objeto, e até mesmo entre os próprios objetos. Ele percebe interligações em termos de sequências de tempo, de uma entidade separada ‘causando’ reação em outra entidade. Seu referencial é o da racionalidade, de um ‘porque’ e ‘portanto’ que são passíveis, livres de intangíveis psíquicos e através da vontade, isto é, do controle agressivo do poder. O ego afirma a sua vontade contra obstáculos, dificuldades e adversários que são projetados sobre o mundo ou até mesmo contra partes de si mesmo (emoções, instintos, impulsos). A vida é vista como luta pelo poder num mundo de entidades separadas com a aparente sobrevivência do mais apto. E até mesmo a sobrevivência através do desenvolvimento pela mutação de qualidades superiores é considerada como acidental e não como organicamente integrada no cosmos. 

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Por meio da psicologia profunda aprendemos que quando a diferenciação entre ego e inconsciente é excessiva – chegando ao ponto de alienação – pode causar a fragmentação da personalidade e a desestruturação da psique. Essa ameaça, de modo geral, encontra seu paralelo nos acontecimentos mundiais. Retornar à nossa identidade ‘total’ instintiva não nos é possível; renunciar ao nosso nível de consciência, se fosse possível, significaria a regressão a um estágio primitivo já ultrapassado. Devemos tentar entender a ligação existente entre nosso organismo biopsicológico e os campos circundantes que o contém, para que um relacionamento consciente possa desenvolver-se entre eles. A fim de atingir esse objetivo, seria útil reconsiderarmos aquelas visões de realidade unitária do ser humano-mundo, mas que foram reprimidas pelo pensamento tradicional judaico-cristão.  

 

Através dos séculos, este ponto de vista encontrou sua aplicação mais pragmática na alquimia. Conforme demonstrado por Jung, a alquimia é um conhecimento da psique assim como da Natureza e se ocupa com um método prático de transformação. O ‘Tratado de Ouro de Hermes’ fala supostamente do ‘corpo dos metais’ como ‘domicílios de seus espíritos’, a partir dos quais esses ‘espíritos podem ser extraídos na medida em que suas substâncias terrestres são gradualmente tornadas mais finas’. Paracelsus, o famoso médico alquimista do século XVI, fala do homem como sendo um ‘microcosmo’, uma integração de processos e entidades que correspondem e interagem com o seu análogo no ‘macrocosmo’.”(EDWARD C. WHITMONT).

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Mas. o profano ligado à Natureza, se estabeleceu mesmo foi com descoberta dos INCOMENSURÁVEIS por Pitágoras, que, além da ruína total de sua escola, provocou uma grande reviravolta na ordenação matemática do Cosmos ou no modelo do Mundo dos gregos. (Tal descoberta se deu quando da medida do comprimento da hipotenusa de um triângulo retângulo isósceles: como os gregos só conheciam os números racionais, ficaram perplexos diante da impossibilidade de se medir tal comprimento). Mas, buscando uma outra compreensão do Mundo, Parmênides distinguia aquilo que era objeto puramente da razão – o que chamou de verdade – e o que era dado pela observação, pelos sentidos – o que denominou de opinião. (Devemos aqui deixar claro que, na Grécia Antiga, o conhecimento prático, manual, dado pela opinião, era praticado mais pela população ESCRAVA – a qual representava a maioria de toda a população da Grécia desta época – e, portanto, por isso mesmo, tal conhecimento era desprestigiado, desacreditado pelos cidadãos gregos; entretanto, o conhecimento dado pela razão, praticado apenas pelos cidadãos gregos – a ELITE grega – tinha mais importância e mais credibilidade justamente porque era praticado por esta classe social). Então, contrapondo, assim, a razão à opinião, Parmênides abriu um novo debate de uma importância e alcance excepcionais, o qual, ainda hoje, tem gerado muita controvérsia no meio científico: as relações entre razão e a experiência, entre a teoria e a prática, entre o idealismo e o materialismo.

 

Ao existente Parmênides reconhecia como verdadeiras as seguintes características: unidade, homogeneidade, continuidade, imobilidade, eternidade; relega, então, para o vulgo da opinião, todos os outros atributos que porventura sejam contrários àqueles. Foi a partir das concepções de Parmênides e do fenômeno da incomensurabilidade, que Zenão de Eléia constatou, através da razão, a impossibilidade do movimento: a incomensurabilidade implicando o INFINITO, paradoxalmente, implicava também a imobilidade, o não movimento, a descontinuidade. Porém, Heráclito, contemporâneo de Parmênides, afirmava embasado na opinião, que tudo no mundo é movimento, nada permanece imóvel, tudo muda, se transmuta.

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Vejamos como se estabeleceu a demonstração dos incomensuráveis:

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Traçando as diagonias (ver figura acima) de um pentágono regular obtemos um pentagrama… no interior deste  podemos  contruimos outro pentágono, o qual, traçando  também suas diagonais, obtemos mais um pentagrama… e assim sucessivamente de modo que a figura é sem fim em seu interior.

Mas podemos  medir um lado do pentágono, seja de DE, pela diagonal AC simetricamente oposta; neste caso o quadrilátero ED’CD é um paralelogramo e portanto CD’ = DE. Portanto, o lado DE ou CD’ está contido uma vez na diagonal CA, ficando o resto AD’. Quando se mede AD’ em AE’ (que é igual ao lado DE da mesma forma) está aí contida uma vez deixando o resto E’D’. Ora, E’D’ é o lado do pentágono interno A’B’C’D’E’ e a diagonal deste C’A’ é igual a D’A (pois AD’A’C” é um paralelogramo. Depois a mesma relação se repete e o processo da “diminuição recíproca” continua sem fim… Foi este interessante resultado que chamou a atenção de Zenão que pôs fim ao domínio da Escola de Pitágoras.

Atrelados ainda à concepção materialista do Cosmo, portanto, os esquemas de Parmênides e de Heráclito não conseguiram explicar o sensível porque buscavam tal explicação também através do sensível. Isto provocou grande perplexidade entre os gregos no que diz respeito à concepção do Universo.

 

Mas, chega então Platão que, enfrentando o problema da realidade e das aparências, da unidade ou pluralidade do ser, e partindo da teoria do Eleata, conseguiu dar novo rumo à questão da inteligibilidade do Universo através da descoberta da imaterialidade, do imaterial, do supra-sensível; reconheceu, então, a existência de dois planos do ser: um, fenomênico e visível; outro, invisível e metafenomênico, captável apenas com a mente e, por conseguinte, puramente inteligível.

 

Com isto, com a distinção entre esses dois planos, o sensível e o inteligível, parecia superada, “definitivamente”, a antítese entre Parmênides e Heráclito;  ou seja,   a  verdadeira  causa que explica tudo não é algo sensível, mas inteligível. Platão denominou estas causas de natureza não física, essas realidades inteligíveis, usando o termo Ideia que significa forma. Tinha fim, assim, a grande preocupação de Platão, o objetivo final de sua filosofia, pois havia obtido uma coisa que guardava identidade permanente e à qual o pensamento pudesse se prender: se a realidade sensível é fluente e, portanto, o contrário do permanentemente idêntico, voltemos-lhe as costas e refugiemo-nos do lado das Ideias.

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Contudo, firmando serem as coisas sensíveis nada mais que imagens ou cópias das formas, das ideias, a verdade não se poderia adquirir pelo exame do universo exterior sensível, por meio dos sentidos, mas apenas pelo pensamento puro, pela atividade da alma, isolada do corpo; aliás, este, não faz mais do que perturba-la, impedindo-a de pensar.

 

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Mas, a ciência e a filosofia gregas, lendo na cartilha de Platão, impuseram-se, então, a partir do dobrar do século V para IV a.C., duas limitações: rejeição do devir como base duma explicação racional do mundo; e rejeição do manual e do mecânico para fora do domínio da cultura. Estas duas limitações, portanto, vão pesar duramente sobre as possibilidades de uma construção científica do Cosmos pelos povos gregos, pois, além da Matemática que, banindo o infinito de seus estudos, impossibilitou o tratamento matemático de sistemas dinâmicos, do movimento; a Física, também, eliminando a experiência sensível de sua metodologia, como algo sem nenhum valor, tornou impossível o tratamento objetivo e de precisão do devir, do real (é bom frisar que ao devir está relacionado o infinito e, ao mecânico, a experiência). Ainda, a Matemática passou a ser geometrizada; ou seja, a aritmética foi desprestigiada e passou a imperar a Teoria das Proporções de Eudoxo: exemplo maior disto são Os Elementos de Euclides. 

Não obstante todo o desenvolvimento científico e filosófico causado pela discussão sobre o infinito, temos que o pensamento grego dominante aparece invadido pelo horror da transformação, e daí resulta o horror do movimento, do material, do sensível, do manual… do sensual. O homem de elite rejeita o manual, o mecânico… o sexual e exalta o espiritual e a virtude, de cuja procura faz o fim máximo do homem.

COMO SE CONSTATA, ALÉM DE DESCOBRIR O TRANSCENDENTAL (MUNDO DAS IDEIAS, ESPIRITUAL), PLATÃO POSTULOU A CISÃO ENTRE O ESPIRITUAL E O MATERIAL.

Interessante notar que na Idade Mádia, os ensinamentos gregos haviam sofrido restrições e ainda nesta época os fatos da Natureza (raio, trovão ou uma epidemia) eram atribuídos ao desejo dos deuses ou ao diabo, e assim por diante. A SOCIEDADE INDUSTRIAL, porém, nascida do ILUMINISMO, fez renascer na Europa a racionalidade.  O Iluminismo, introduzindo novamente a racionalidade, deu aos seres humanos condições de entender de forma lógica os acontecimentos físicos e humanos e dominá-los. Infelizmente, o Iluminismo acrescentou que tudo que é racional é masculino e se refere à produção, e produção se faz na EMPRESA; tudo que é ruim, ao contrário, é emocional, é feminino, e feminino se refere à reprodução, e reprodução é feita em CASA. Houve, portanto, uma cisão terrível entre os HOMENS, que se atribuíram o poder e o monopólio do trabalho, e as MULHERES, que foram deixadas em casa. Mas isto se deu por conta de que a mulher representa a forte relação que o homem tem com o SEXO, e, segundo Platão, este fenômeno interfere na elevação da ALMA.

Assim, a paradoxal descoberta dos incomensuráveis, do INFINITO, tornaram, todos aqueles que se ocupam de trabalho manual, pessoas inferiores; do mesmo modo, o ato sexual, o SEXO, sofreu o mesmo preconceito: MOVIMENTO SE TORNA SINÔNIMO DE PROFANO. Não é por acaso que o símbolo do satanismo é o pentagrama:

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Somente depois de quase dois mil anos – após a grande unificação da análise com a geometria, propiciada pelo conceito de função – Newton e Leibniz, criando o Cálculo Infinitesimal, tornaram a ciência capacitada para tratar com o movimento: o infinito deixa de ser um monstro e seu estudo propicia todo o desenvolvimento ulterior da ciência. Com a aritmetização da Matemática, realizada modernamente por  Weierstrass e Dedekind, além de solucionar fundamentalmente os problemas com o infinito, foram estabelecidas bases sólidas para a ciência matemática com a volta do pitagorismo.

Como vemos, na Matemática se obtiveram ferramentas fundamentais para a racionalização no lidar com o INFINITO. Entretanto, em se tratando agora dos costumes e práticas sociais influenciadas pela descoberta do infinito, se desenvolveram toda uma parafernalha de preconceitos e tabus: o SEXO especial, que a partir da filosofia platônica passou a ser tratada como algo profano, ainda hoje é repugnante e pecaminosa sua prática.

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Porém, hodiernamente, com o desenvolvimento da Mecânica Quântica (OBSERVADOR OBSERVADO NÃO PODEM MAIS SER CONSIDERADOS SEPARADAMENTE NO ESTUDO DA REALIDADE) e sua relação com a Psicologia Profunda, podemos vislumbrar uma teoria objetiva através da qual comprovamos que no UNIVERSO tudo está conectado – ideal e materialmente -, podendo ser o MUNDO racionalizado e todos os preconceitos que se originaram do conceito de infinito podem ser superados. Clarice Lispector nos chama a atenção para uma grande urgência existencial: O QUE O SER HUMANO MAIS ASPIRA É TORNAR-SE SER HUMANO. Quer isto dizer, então, que o SAGRADO e o PROFANO – intrínsecos à natureza humana -, podem ser integrados de forma harmônica na vida de todos nós. Ou seja, particularmente o SEXO é algo sim DÍGNO: seja por puro tesão e/ou amor, o praticante está exercendo sua liberdade igualmente qualquer outra prática da sociedade. As opções sexuais, então, devem ser todas respeitadas.

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Assim, é fundamental a mensagem de EDWARD C. WHITMONT: ……

Devemos tentar entender a ligação existente entre nosso organismo biopsicológico e os campos circundantes que o contém, para que um relacionamento consciente possa desenvolver-se entre eles. A fim de atingir esse objetivo, seria útil reconsiderarmos aquelas visões de realidade unitária do serhumano-mundo, mas que foram reprimidas pelo pensamento tradicional judaico-cristão (…) A visão que o Oriente não-cristão e o pensamento pré-cristão tinham do mundo não era de transcendência, mas de imanência. O Criador é visto não como entidade separada de sua criatura, mas de forças da sua criatura; ou, poderíamos dizer, Ele é a sua configuração energética. Estas forças são as motivadoras ou diretoras inerentes das várias manifestações da realidade humana e também da não-humana. A Natureza e o Ser Humano são visibilidades dos deuses.

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Fontepesquisada:(CARAÇA, B. J. Conceitos Fundamentais da Matemática. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora, 1951); (WHITMONT, E. C. Psique e Substância. São Paulo: Summus Editorial, 1989).

Sobre seletynof

Escola (ensino médio):Colégio Marista Cearense;Faculdade/Universidade: Universidade Federal do Ceará;Curso:Física; Diploma:Pós-Graduação em Física;Profissão:físico e professor; Setor:Científico.

Publicado em 19 de julho de 2010, em SAGRADO E PROFANO e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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