CIÊNCIA, FORTIANOS E CÉTICOS II

   

 

Realmente, tais declarações parecem implicar que toda a ciência é pouco mais que uma construção social. A ciência só pode entender o mundo real por um reducionismo que exclui dados particulares, e reduzindo o mundo assim, exclui o mundo real. Novamente, Fort afirma:

A ciência se relaciona com o conhecimento real não mais que o faz o crescimento de uma planta, ou a organização de uma loja de departamentos, ou o desenvolvimento de uma nação: todos são processos assimilativos, ou organizadores, ou sistematizadores que representam diferentes tentativas de atingir o estado positivo…

Não pode haver nenhuma ciência real onde há variáveis indeterminadas, mas toda variável é, em condições mais precisas, indeterminada, ou irregular… A ciência é a tentativa de despertar para a realidade, em que se tenta encontrar regularidade e uniformidade. Ou o regular e uniforme seriam aquilo que não tem nada externo para perturbá-lo. Pelo universal nós queremos dizer a realidade. Ou a noção é que a super-tentativa subjacente, como expressa em Ciência, é indiferente ao assunto da Ciência: que a tentativa de regularizar é o espírito vital. (28)

Do seu modo idiossincrático, as idéias de Fort soam semelhantes às de Paul Feyerabend, que acreditava que a:

tentativa de descobrir os segredos da natureza e do homem… implica, então, na rejeição de todos os padrões universais e de todas as tradições rígidas. (Naturalmente, também requer a rejeição de uma parte grande da ciência contemporânea.) ‘(29)

Feyerabend sugere que a ciência poderia ser servida procedendo contra-indutivamente, para ‘introduzir e elaborar hipóteses que são inconsistentes com as teorias bem estabelecidas e/ou fatos estabelecidos.’ Fort fez isto o tempo todo – por exemplo, propondo que a chuva vermelha poderia não ser, na realidade, chuva contendo pó do Saara, mas ‘sangue ou matéria animal finamente dividida… Escombros de desastres inter-planetários.’ (30) Ou que as quedas de animais estranhos ou matéria não identificada pudessem ser explicadas por tempestades em um Super Mar de Sargaço pairando em algum lugar da atmosfera. (31) É provável que Fort e Feyerabend teriam concordado que a ciência moderna criou teorias de ‘grande beleza e sofisticação’, mas alcançado isto apenas ao ignorar todas as discrepâncias entre teoria e fato, que tiveram de ‘ser escondidas, por hipóteses ad hoc, aproximações ad hoc e outros procedimentos’. (32)

Disto porém, deveria ser lembrado que Fort estava trabalhando tanto com jornais quanto com periódicos científicos — particularmente revistas de história natural. Tais periódicos, no tempo de Fort, ainda publicavam o trabalho de amadores entusiastas. Como nota Fuller, ‘nas primeiras décadas do século vinte… os historiadores naturais… chegaram a ser vistos como os menos profissionais dos cientistas da vida, uma vez que seus periódicos ainda publicavam anedotas de amadores’. (33) Nelkin escreve que a imprensa era o veículo para tendências anticientíficas em ascensão no início do século vinte, como o ‘revival da astrologia e misticismo e as atividades anti-evolução de fundamentalistas’. (34) Mas muito do trabalho de Fort e o trabalho posterior da comunidade Fortiana é a coleção de evidência anedótica para fenômenos estranhos de jornais e periódicos. Como tanto Shermer(35) como Sagan(36) notam, anedotas não são prova científica. O Fortianismo é o empirismo Baconiano cru levado a seu cúmulo. Como nota Fort:

Às vezes eu sou coletor de dados, e apenas coletor, e é provável que esteja avarento, criando pilhas de notas, contente apenas em somar numericamente as notas a minha coleção… Mas sempre está presente um sentimento de relações inexplicadas entre os eventos que eu noto, e é esta assombração distante, ou freqüentemente provocadora, consciência, ou suspeita que me mantém criando pilhas de notas. (37)

Se Fort é um Feyerabendiano anárquico, lançando idéias contra-indutivas, os Céticos são os Rottweilers da ciência, latindo nos portões, espantando os dados malditos que tentam entrar. Eles são os racionalistas tradicionais, encarnando o método científico, tentando nos salvar, o ‘público leigo’, dos monstros da irracionalidade e do paranormal.

O crescimento do movimento Cético coincidiu com o crescimento das crenças Nova Era na sociedade. Os Céticos estavam interessados em refutar os supostos poderes psíquicos de personalidades como Uri Geller e Ted Serios(38), examinando a realidade de OVNIs, testando a eficácia da medicina alternativa, e assim por diante. Gardner tinha estado preocupado com tais tópicos desde os anos cinqüenta, e viu a educação do público como a melhor defesa contra tais irracionalidades:

Os recentes sucessos espetaculares da pseudociência têm um valor ao expor aspectos de nossa cultura que precisam de grande melhoria. Nós precisamos de uma educação científica melhor em nossas escolas. Precisamos de mais e melhores popularizadores de ciência. Precisamos de melhores canais de comunicação funcionando entre os cientistas e o público. E assim por diante. (39)

Os comentários de Gardner são um precursor do que se tornou conhecido como o ‘modelo de déficit público’. O público carece de entendimento de fatos científicos, e se o público pudesse ser alertado sobre estes fatos, entenderia melhor a ciência, os cientistas e os problemas de política pública relacionados com a ciência.

É claro que os Fortianos poderiam igualmente reivindicar que há um déficit de conhecimento entre os cientistas, na medida em que eles trabalham apenas com o conhecimento incluído e ignoram os dados malditos. Mas é difícil sustentar tal argumento; há muitos cientistas que trabalham com fenômenos paranormais – alguns dos quais, como Richard Wiseman(40) e Susan Blackmore(41) – tendem ao ceticismo. 

O movimento Cético atraiu nomes científicos ‘estelares’, como Carl Sagan, Richard Dawkins e Stephen Jay Gould. Mas apesar disto, e apesar de sua preferência pelo método científico, o Ceticismo moderno dificilmente poderia ser acusado de ‘cientificismo‘. Os Céticos reconhecem que os "livros de receita" de metodologia científica não descrevem a prática científica real. Michael Shermer, fundador da Skeptic Society, nota que a ciência é influenciada e moldada por emoções humanas, preconceitos, preferências e que ‘os cientistas e os métodos da ciência estão inexoravelmente entrelaçados com seus ambientes sociais e culturais’. (42)

 
 

Tampouco os Céticos depositam confiança cega no pronunciamento de especialistas. Por exemplo, as habilidades de Uri Geller surpreenderam o físico John Wheeler, que quase imediatamente foi trabalhar testando crianças que haviam mostrado talentos semelhantes aos de Geller. As experiências de Wheeler o convenceram de que centenas de crianças mostraram incríveis poderes de dobrar talheres. Mas como Gardner nota, ‘Wheeler era supremamente ignorante dos métodos do ilusionismo… [e]… os controles eram incrivelmente inadequados’. (43) O mágico e Cético James Randi visitou Wheeler e demonstrou quão facilmente os controles experimentais dele foram violados e a facilidade com que objetos podiam ser dobrados enquanto a observação experimental dos sujeitos era relaxada. Collins e Pamplin descobriram como as ‘supermentes’ de algumas das crianças extraordinárias de Wheeler dobravam colheres — as crianças esperaram até que a observação fosse relaxada, e então fisicamente as dobravam. (44) É interessante, dado este trabalho por Harry Collins que, em The Golem, ele e Trevor Pinch afirmem que:

A recepção favorável de ciências incomuns como a parapsicologia – o estudo da ‘mente sobre a matéria’, ‘telepatia’, e afins – deu origem a temores de que as ciências marginais estariam tomando o controle. Um movimento contra as ciências marginais foi gerado com membros que assumem para si a tarefa de ‘desmascarar’ tudo aquilo que não está dentro do cânone, em nome do método científico apropriado. Enquanto estes esforços almejem informar o público sobre reivindicações sem apoio, são admiráveis, mas o zelo destes autodesignados vigilantes vai além em áreas onde eles não têm nada a ver. (45)

Um argumento semelhante da comunidade científica contra o trabalho da sociologia da comunidade científica encontraria uma certa resistência. No entanto, Céticos também notam que o Ceticismo sobre-zeloso tem suas falhas; Sagan escreve que uma deficiência da comunidade Cética está em ‘sua polarização: Nós contra Eles’ – isto é, que os Céticos têm o monopólio da verdade. Sagan sugere ‘uma abordagem compassiva que desde o princípio reconhece as raízes humanas da pseudociência e superstição’. (46) Sagan também reconhece que ‘se você for apenas cético, então nenhuma idéia nova chegará a você. Você nunca aprenderá qualquer coisa. Você se tornará um misantropo extravagante convencido de que a tolice está regendo o mundo.’ (47)

Até mesmo Charles Fort reconheceu que ‘não há um físico no mundo que pode perceber quando as palmas de mágico realizam um truque de cartas’. (48) Daí a representação de mágicos (como James "The Amazing" Randi, e Penn e Teller) na comunidade Cética. Porque há ilusionistas altamente capazes que alegam poderes psíquicos, a verificação experimental de tais poderes parece requerer um grau de rigor experimental acima e sobre aquele atingido por um físico como Wheeler. Mágicos estão usando seu conhecimento leigo – conhecimento especializado dentro de uma certa comunidade profissional – para ajudar a comunidade Cética a testar tais alegações de forças psíquicas. O uso de tal conhecimento especializado ocorre nas comunidades Fortiana e Cética. Ambas as comunidades contêm historiadores, teoristas culturais, antropólogos, sociólogos, e assim por diante, que podem trazer seus tipos particulares de conhecimento – conhecimento especializado em disciplinas não-científicas – para lidar com tópicos Fortianos. Por outro lado, muito das teorias sobre fenômenos Fortiano por Fortianos – quando não questionam a própria base da ciência – questionam a validez de explicações científicas a tópicos Fortianos. Mas Sagan nota que ‘muitos sistemas de crenças pseudocientíficos e Nova Era emergem do descontentamento com valores e perspectivas convencionais e se são então eles mesmos um tipo de ceticismo’. (49)

Oscar Handlin nota que, até mesmo quando o déficit público de conhecimento científico foi endereçado:

a habilidade de responder corretamente a perguntas sobre a nova astronomia ou física ou psicologia não modificaram visões antigas sobre o céu e o inferno ou sobre a moralidade pessoal absoluta. Os dois tipos de conhecimento co-existiram em uma justaposição incômoda. (50)

Vários tipos de conhecimento – de fantasmas, de OVNIs, de ESP – são localizados dentro de públicos particulares, e alguns destes conhecimentos são compartilhados pelo público. É possível, por exemplo, ter um público que acredita na realidade de OVNIs e ESP, mas que seja tão cético quanto um Cético sobre a existência de fantasmas. Estes conhecimentos ‘surgem de uma variedade de contextos locais e sistemas de valor pessoais’(51) e não são necessariamente informados por métodos ou teorias científicas. Contextos locais podem ser anedotas ou rumores; um sistema de valor pessoal poderia ser uma crença na interconexão de todas as mentes. Tais conhecimentos situados podem existir fora dos reinos da ciência – como a recente voga da angeologia, que pode ser atualmente abordada corretamente apenas através de algum tipo de modelo sócio-psico-cultural – ou eles podem ‘tocar… a ciência dos cientistas, mas… não aceitar seus limites’. (52) Tal simbiose entre a ciência e tópicos Fortianos pode ser vista em escritores tais como Deepak Chopra ou Fritjof Capra, onde a teoria quântica se encontra com o misticismo.

Através de vários conhecimentos localizados, o Fortiano se torna Cético, e o Cético se torna Fortiano. O público não-científico pode tomar um pequeno bocado de ciência dali, acrescentar este tópico Fortiano aqui, e chegar a algo que tenta explicar as crenças paranormais localizadas dentro daquele público. Racionalidade-irracionalidade se torna hifenizada. Torna-se parte de um continuum Fortiano, onde tudo está no processo tanto de ser e de se tornar outra coisa.

Ironicamente, talvez, enquanto eu estava pesquisando este ensaio, a ciência forneceu uma razão tentativa para as diferenças em visões entre os Céticos e os Fortianos, e talvez tenha fornecido uma solução para o sentimento de Fort de que havia relações inexplicadas entre os eventos em suas notas. Um artigo na New Scientist, com a manchete ‘Crenças paranormais ligadas à química cerebral’, descreve como ‘pessoas com níveis altos de dopamina são mais propensas a encontrar significação em coincidências e enxergar significados e padrões onde não há nenhum.’ (53) Ironicamente, a própria ciência parece capaz de explicar agora por que Fortianos vêem padrões ou significado onde os Céticos não vêem. O velho inimigo de Fort, a ciência dogmática, tenta explicá-lo. Como Fort teria se sentido?

Este ensaio descreveu o modo pelo qual a ciência é vista e usada dentro das comunidades Fortiana e Cética. Em particular tentou indicar para cada comunidade:

* O que o ‘método científico’ significa Blavatsky’s Baboon

* Que uso é feito do método científico

* Que relevância é dada à pesquisa científica

 

Nós vimos que para os Céticos o método científico é a ferramenta de escolha. Porém esta não é uma visão normativa da ciência – a maioria dos Céticos esclarecidos está ciente de como a ciência trabalha de verdade no mundo real. Para Fort a ciência dogmática era a inimiga, incapaz chegar à verdade, porque na filosofia de Fort qualquer coisa que devia quebrar coisas em pedaços para chegar à "verdade" do mundo não poderia esperar descrever o mundo real. Fiquei particularmente fascinado pela forma como as especulações selvagens de Fort combinavam com as noções de Feyerabend de uma ciência contra-indutiva. Porém, enquanto Fort mesmo era profundamente cético sobre a habilidade da ciência para chegar à verdade, o Fortianismo contemporâneo considera a ciência como um método pelo qual os padrões na ‘continuidade‘ de Fort que engloba a tudo podem ser identificados.

Ambas as comunidades estão interessadas nos mesmos tópicos – aqueles chamados amplamente de ‘Nova Era’. Ambas as comunidades estão usando suas visões de como a ciência deveria proceder ao analisar estes tópicos. As diferenças em ponto de vista conduzem periodicamente a combates entre eles – que foram propriamente as primeiras batalhas nas guerras da ciência. As batalhas entre os Fortianos e os Céticos têm ocorrido às margens da academia, mas raramente colidem com ela. Embora haja cientistas e acadêmicos de várias faixas dentro dos campos Fortiano e Cético, as guerras da ciência que acontecem entre os dois grupos têm sido mais como uma luta de guerrilha, lutando pelos corações e mentes de um público leigo ainda fascinado pelos mistérios do paranormal.

Este ensaio descreveu principalmente o papel do sentimento anti-ciência, as guerras da ciência, e o conhecimento localizado nas duas comunidades. Só tocou outros tópicos de interesse, como o modelo de déficit público de compreensão científica, a comunicação de ciência e a confiança na ciência e nos cientistas. Uma ou duas outras idéias também me intrigam. Fort deveria ser um queridinho dos sociólogos pós-modernistas da ciência, dadas suas idéias sobre a ciência dogmática, seu estado incompleto, a interconexão (holismo?) de tudo, a insuficiência da grande narrativa da ciência, sua filosofia do meio não-excluído (lógica fuzzy?) e assim por diante. Por que Fort não é mais freqüentemente referido por sociólogos da ciência, ao menos para reconhecer sua primazia pré-pós-modernidade? Igualmente, por que o combate entre Fortianos e Céticos raramente é discutido pelos sociólogos da ciência? Aqui nós temos públicos leigos, cheios de conhecimento especializado, confrontando uns aos outros. Este é um confronto que tem acontecido durante pelo menos cinqüenta anos – antes que a escola de Edimburgo até mesmo nascesse. Assim, quando Fuller declara que ‘argumentos que agora parecem reacionários provavelmente contribuirão para a próxima revolução científica como o "retorno do reprimido", em termos Freudianos(54), o que é este ‘retorno do reprimido’ senão a ‘inclusão do maldito’, em termos Fortianos?

– – –

Notes


1 Bob Rickard, ‘Charles Fort: His Life and Times’, http://www.forteana.org/aboutfort/fortbiog.html, 18/09/2002
2 Ibid.

3 H. Stuart Hughes, Consciousness and Society: The Reorientation of European Social Thought 1890-1930, p. 35.

4 Ibid., p.338

5 An interesting history of the occult revival is given in Peter Washington’s Madame Blavatsky’s Baboon.

6 Charles Fort, The Book of the Damned, p. 14. Throughout this project I have used the hypertext editions of Fort’s works, which have been edited and annotated by the Fortean, Mr. X, at http://www.resologist.net.

7 Ibid., p. 15.

8 Ibid., p. 7.

9 Ibid., p. 14.

10 Ibid., p. 14.

11 Ibid., p. 18.

12 Ibid., p. 22.

13 Colin Wilson, The Occult, p. 38.

14 Martin Gardner, Fads and Fallacies in the Name of Science, p. 3.

15 Ibid., pp. 6-7.

16 Ibid., p. viii.

17 Ibid., p. 3.

18 I.G. Kidd, ‘Sceptics’, in The Concise Encyclopedia of Western Philosophy and Philosophers, ed. J.O. Urmson and Jonathan Rée.

19 Michael Shermer, ‘Skeptics Manifesto’,http://www.skeptic.com/manifesto.html.

20 Quoted by Frederick Edwords, ‘What is Humanism?’, http://www.jcn.com/humanism.html.

21 Martin Gardner, Fads and Fallacies in the Name of Science, p. 49.

22 Ibid.

23 Emails to Fortean (fort@yahoogroups.com) and Skeptic (skeptic@listproc.hcf.jhu.edu) mailing lists, 20-21st February. 2002.

24 Book of the Damned, p. 20.

25 Mat Coward, ‘Good Fort, Bad Fort’, http://www.forteantimes.com/exclusive/coward.shtml

26 Ian Simmons, ‘Let’s End Science Friction’, FT no.107, February 1998, p. 45.

27 Book of the Damned, p. 17.

28 Ibid., p. 25.

29 Paul Feyerabend, Against Method, p. 12.

30 Book of the Damned, p. 40.

31 Ibid., pp. 87-88.

32 Feyerabend, p. 49.

33 Steve Fuller, Science, p. 15.

34 Dorothy Nelkin, Selling Science, p.80

35 Michael Shermer, The Borderlands of Science, p. 48.

36 Carl Sagan, The Demon Haunted World, pp. 170-171.

37 Fort, Wild Talents, p. 862.
38 Serios could create pictures on a photographic plate using only the powers of his mind!

39 Fads and Fallacies, pp. 321-322.

40 Researcher in psychology at the University of Hertfordshire

41 Reader in psychology, University of the West of England (until 2001)

42 Ibid., p. 30.

43 Gardner, Science: Good, Bad and Bogus, p. 182.

44 B. R. Pamplin and H. M. Collins, `Spoon Bending: An Experimental Approach’, Nature, 257, 8 [4 September, 1975].

45 Harry Collins and Trevor Pinch, The Golem, p. 143.

46 Sagan, p. 282.

47 Ibid., p.287.

48 Fort, New Lands, p. 360

49 Sagan, p.283.

50 Oscar Handlin, "Ambivalence in the Popular Response to Science", in Barnes, p. 263

51 Jeff Thomas, ‘Informed Ambivalence’, in Science Today, p. 166.

52 Handlin, p. 266.

53 ‘Paranormal beliefs linked to brain chemistry’, New Scientist, 24 July 2002
54 Fuller, p. 121.

 

Fontepesquisada:( http://www.ceticismoaberto.com/ceticismo/fort_gardner.htm)

 

POSTED BY SELETINOF AT 02:53 PM

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Sobre seletynof

Escola (ensino médio):Colégio Marista Cearense;Faculdade/Universidade: Universidade Federal do Ceará;Curso:Física; Diploma:Pós-Graduação em Física;Profissão:físico e professor; Setor:Científico.

Publicado em 26 de outubro de 2008, em FISICAPSICOLOGIA. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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