ASPECTOS FILOSÓFICOS DO VIRTUAL E AS OBRAS SIMBÓLICAS NO CIBERESPAÇO 4

      

Após apresentar os princípios do rizoma, e relacioná-los com o hipertexto, como nova forma de representação do conhecimento, iremos fazê-lo com relação aos mecanismos de busca no ciberespaço, isto é, como forma de organização virtual do conhecimento.

(1º) conexão:  a possibilidade de conectá-lo em qualquer ponto do sistema, diferentemente da árvore ou raiz onde as conexões possíveis se dão hierarquicamente, por meio de um centro de significância. Como o conhecimento  está configurado no ciberespaço em forma de rede, assim também os serviços de pesquisa comportam-se nos resultados retornados, e de pronto, ter acesso aos mesmos na íntegra.  Escapa do fechamento físico das obras e do paradigma da materialidade e da noção de acervo ou armazenagem do conhecimento.  Aqui as formas simbólicas encontram-se em fluxo, em estado contínuo e contíguo no mesmo espaço semântico/semiótico.

(2º) heterogeneidade: os traços conectados não se dizem respeito somente aos significantes (palavras), mas regimes de signos muito diferentes.  O resultado de busca pode aparecer sob várias linguagens, imagens, textos, músicas, ilustrando a descentralização do verbalismo na organização do conhecimento no ciberespaço,como por exemplo o KaZaA que busca e compartilha multimídia, ou mesmo o Google que busca o conhecimento diretamente por imagens (ícones).

(3º)  multiplicidade:  não é um múltiplo que se deriva do Uno e nem ao qual o Uno se acrescentaria (n+1), mas o Uno é sempre subtraído dele (n-1).  Como ele não possui estrutura, porque não advém do Uno-dois, ou seja, do pensamento dipolo e de suas relações binárias e dicotômicas, o múltiplo possui n dimensões, com suas linhas de fuga e de desterritorialização.  A multiplicidade é, sobretudo em seu sentido filosófico, a produção do conhecimento (e da escrita) que favorece uma topologia das multiplicidades,  em forma de “diagrama” e não uma  raiz ou estrutura. Assim procede o sentido no léxico utilizado à recuperação da informação, que revela a multiplicidade de conteúdos na Internet e ao mesmo tempo a impossibilidade do fechamento semântico do conhecimento. No ciberespaço não há centro de significância estruturado, hierarquizado, linear, ou instrumentos de organização do conhecimento que reproduzem o modelo de significância, sentido único e referência fixa.

(4º) a-significante: assim sendo, não existe então um sistema centrado de significância, o rizoma é a-centrado, não hierárquico e não significante, por isso mesmo, onde não tem começo ou fim, mas sempre um meio pelo qual ele cresce e transborda, não precisando do “corte significante”: quando se utiliza CASA, CASAS, HOUSE… na recuperação da informação, não há um centro de significado, ou significância expresso em um só termo autorizado utilizado à busca.  Todos os termos são possíveis.  A ruptura a-significante não opera mais do menos diferenciado ao mais diferenciado, dos gêneros às espécies, do geral para o específico (lógica formal de organização do conhecimento), como nas classificações hierárquicas, mas por meio de linhas de fuga, pelo meio, aqui e ali, o léxico comporta-se assim.

(5º) cartografias:  o rizoma não tem centro, hierarquia e corte significante, então, suas ligações ilustram um mapa, e como tal possui várias entradas onde seu sentido dar-se-á por meio de cartografias. “Mover”, essa é a função da desterritorialização, sair e entrar, sem começo ou fim, tudo parece ser pego pelo “meio”. Isso posto, os serviços de busca ou pesquisa devem ser considerados como ferramentas de cartografia a serviço do leitor ou usuário que fará, por si só, suas ligações de contexto, seu próprio mapa cognitivo.

(6º) decalcomania: contra também aos cortes significantes que levam à redundância do significante, à reprodução, à decalcomania.  Assim, o livro (impresso) é um decalque, “decalque dele mesmo, decalque do livro precedente do mesmo autor, decalque de outros livros sejam quais forem, decalque interminável de conceitos e palavras bem situados, reprodução do mundo presente, passado ou por vir.” (DELEUZE; GUATTARI, 1995, v.1, p.36).  Já o rizoma não é objeto de reprodução, nem externa como a árvore-mundo, nem interna como a estrutura-árvore, porque o mesmo não tem centro, hierarquia e corte significante. A multiplicidade e as várias possibilidades de tratamento da informação no ciberespaço ilustram que não há uma maneira correta de organização do conhecimento que deva ser empregada e reproduzida pelos outros sistemas para tentar atingir a “universalidade”

   

5. Principais Resultados

O virtual torna possível a conjunção e…e… das obras e da busca conceitual dessas obras no ciberespaço, ao contrário do real, onde as coisas têm limites claros, classes e propriedades, sendo que o potencial de realidade é regido pela lei de exclusão mútua (ou realização exclusiva) ou…ou…  Não há como se realizar de duas maneiras diferentes, isso porque apenas uma possibilidade é eleita à realização de uma forma.

No Quadro 04, o real não está sendo questionado como oposto de virtual (que tem este último seu pólo de oposição no atual) mas ressaltando o real como oposição do possível, que elege apenas uma forma de realização. Ao mesmo tempo ilustra o real tomado no pólo do atual (real-atual), em que a função da interpretação, do fechamento semântico imposto pelo significado e também pela  condição de territorialização (fixação) dos signos (fechamento físico), serve de oposição à realidade virtual que opera a desterritorialização da obras no ciberespaço.

Poder-se-ia esquematizar os agenciamentos desenvolvidos em ambos ambientes,  a partir de nossas conclusões, da seguinte forma:

 

PÓLO
TECNOLOGIAS

REAL-ATUAL
Realização de uma forma

REAL-VIRTUAL
Virtualização das formas

FORMA
IMPRESSA

Fechamento semântico (significado)
Fechamento físico (volume)

 

FORMA
HIPERTEXTUAL

 

Não fechamento semântico (sentido)
Não fechamento físico (ciberespaço)

QUADRO 04:  O REAL  E O VIRTUAL NOS AGENCIAMENTOS DAS FORMAS SIMBÓLICAS

 

Assim, mediante ao estudo do virtual, do paradoxo do sentido e do rizoma na organização do conhecimento no ciberespaço, a partir dos mecanismos de busca (indexadores) pesquisados (Google, Yahoo! br e KaZaA), apresentamos alguns dos principais resultados da pesquisa:
 

A) O VIRTUAL COMO  BASE FILOSÓFICA :

Do ponto de vista FILOSÓFICO  torna possível a virtualização da formas simbólicas a conjunção e…e… contra a realização de uma forma:

* existe uma  dissolução da forma estável e constante em benefício das diferenças da dinâmica, do fluxo.

B) O VIRTUAL COMO BASE FUNCIONAL OU OPERACIONAL:

Do ponto de vista FUNCIONAL opera os atributos do rizoma e o paradoxo do sentido desmontando a referência fixa do conhecimento:

*  as modalidades maquínicas escapam à mediação significante  e não se submetem a nenhuma sintaxe geral;

*  contra as imagens identitárias clássicas da cultura do impresso, o ciberespaço é uma maneira mais livre, mais aberta de organização do conhecimento.

C) A DESTERRITORIALIZAÇÃO DA BIBLIOTECA E A DESMATERIALIZAÇÃO DAS FORMAS SIMBÓLICAS (ESTA ÚLTIMA, PROBLEMA DE TESE), AMBAS POSSÍVEIS PELA VIRTUALIZAÇÃO, PÕEM EM QUESTÃO A MUDANÇA DE COMPORTAMENTO, TANTO DE BIBLIOTECÁRIOS E DOCUMENTALISTAS, QUANTO DE LEITORES E PESQUISADORES:

Do ponto de vista da ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO:

*  a indexação não se submete a nenhuma sintaxe geral e pré-definida a ser adotada;

*  não há a noção de armazenagem do conhecimento, dada a desterritorialização e desmaterialização das formas simbólicas no ciberespaço;

*  não se pode mais estabelecer o corte radical, seja físico ou semântico, entre os signos e seus objetos, uma vez que os agenciamentos de enunciação funcionam diretamente nos agenciamentos  de conteúdo no espaço virtual.

Do ponto de vista dos LEITORES:

*  a aprendizagem do uso de estratégias de busca, visando ao refinamento na pesquisa, por meio da sintaxe e do uso dos operadores lógicos mais apropriados;
*  a construção de uma cartografia própria de conhecimento, acostumando a tomar os “objetos” de conhecimento pelo meio, sem um centro de significância que dita as hierarquias.

    

6. Conclusão

Desse modo, o paradoxo do sentido desmontando os elementos da doxa, torna instável a referência fixa do conhecimento, que no modelo da escrita era obtida pela classificação/ indexação e catalogação.  Noções de identidades fixas (senso comum) e de sentido único, seja direção, seja significado (bom senso), não são o fundamento filosófico das formas simbólicas no ciberespaço, bem como de organização do conhecimento operado nas mesmas, onde a classificação e a catalogação perdem sua auto-referência.  Tais métodos e técnicas também refletem o paradigma da representação do conhecimento da escrita de outra maneira: o pensamento dicotômico forma (catalogação) x conteúdo (classificação), conforme o Quadro 03, sendo que no ciberespaço temos uma representação do conhecimento diagramado em rede, que escapa das mediações significantes e estruturalistas, como também a noção de “forma” dentro dessa dicotomia desaparece, uma vez que os registros estão lá desmaterializados.

Os princípios do rizoma demonstram que os mecanismos de busca, tal como a escritura hipertextual, possuem atributos que desmontam o modelo linear, arborescente, hierárquico e estruturalista da escritura impressa, quer seja do significante, da representação objetal, dos predicados de Aristóteles, imprimindo outro modelo e agenciamentos.  A árvore como  imagem do mundo, a realidade espiritual organizada ontologicamente por meio das estruturas arborescentes, as árvores de conhecimentos, como nas classificações, ou ainda dentro da própria estrutura da linguagem, como nos tesaurus, não encontram um terreno fértil e estável no ciberespaço, que é em essência, movediço, sendo que a função da desterritorialização (4º aspecto do agenciamento, da teoria de DELEUZE; GUATTARI, cf. nota 6) é o movimento, por isso mesmo, não há como estabelecer  referências “fixas” do conhecimento.

Assim, descartamos a classificação e a catalogação como ferramentas de organização do conhecimento no ciberespaço. O modelo rizomático, com suas conexões e sua multiplicidade, impõe um outro paradigma, uma outra pragmática, que leva à instauração do sentido e a outro tipo de organização do conhecimento. Em especial, contra o significado, contra os fechamentos significantes, temos no modelo rizomático o princípio a-significante expresso pela indexação flexível dos mecanismos de busca, que na organização do conhecimento, nos diz que não há apenas um rubrica certo à organização do conhecimento. São várias as linhas de fuga, no ciberespaço, que tornam impossível as dicotomias que levam à divisão dos centros de significância, por isso mesmo, a-significante.

A indexação na Internet, como modelo possível de organização do conhecimento, sem o fechamento semântico das linguagens documentárias e atuando diretamente na linguagem natural, é uma tarefa gigantesca, posto que essa organização é “relativa” e nem sugerimos, em momento algum, que seja absoluta, trata-se apenas de entendê-la como tratamento da informação.  Mas, por outro lado, temos sido privilegiados por novidades, serviços que se aperfeiçoam, flexibilizam-se, mediante as nossas necessidades de conhecimento e informacionais, mecanismos de busca poderosos e flexíveis, na especificação de argumentos de pesquisa e que permitem realizar pesquisas com um bom nível de controle.

   

A virtualidade vem para atualizar toda a pragmática anteriormente formulada na escrita, e mesmo que se repitam práticas e formas desenvolvidas para a escrita, a plasticidade do ciberespaço tende a complexificar tais modalidades, uma vez que é impossível impor a dinâmica do real, dos fechamentos e da referência fixa nesse ambiente movediço, desterritorializante em essência (porque é virtual).     

Nesse contexto, o virtual como base filosófica e funcional, tem papel fundamental para obter a compreensão da falta de fechamento semântico do léxico na indexação no ciberespaço (a questão do sentido x significado), bem como  a falta de fechamento físico ( a questão da não realização de uma forma, “a obra acabada”), isto é, da desmaterialização, da desterritorialização, ambas possíveis pela virtualização das formas simbólicas no ciberespaço.

Notas

[1] Resumo e divulgação da tese intitulada  “A Organização Virtual do Conhecimento no Ciberespaço: os agenciamentos do sentido e do significado”, em seus principais conceitos e resultados, defendida no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica, PUCSP.

[2] Pierre Lévy (1996) notadamente baseou-se na filosofia de Deleuze (muitas vezes não citado) para escrever seu livro “O virtual”  bem como outros temas envolvendo a questão da linguagem.

[3] O conceito de ecologia cognitiva está ligado ao estudo das dimensões técnicas e coletivas da cognição, onde as tecnologias condicionam as formas de pensamento ou as temporalidades de uma sociedade (LÉVY, 1993).

[4] No primeiro quadro, o termo “potencial” foi substituído por “possibilidade”, para não gerar confusão com o potencial do virtual.

[5] Embora a padronização exista nas mídias digitais, visando a compatibilidade e conversão de dados e sistemas de informação, não se trata de maneira alguma do fechamento normativo das formas simbólicas, como no caso da normalização documentária.

[6] O conceito de desterritorialização pode ser entendido como movimento,  fluxo, aquilo que não se fixa em um território, que não perde a sua virtualidade. Teoricamente, em Deleuze e Guattari (Mil Platôs, 5 v.) é o quarto elemento do diagrama (contra a estrutura) da linguagem, sendo o primeiro elemento a expressão, o segundo o conteúdo e o terceiro o território.

[7] Questão da identidade perdida: “Quem é você? Perguntou a Lagarta. “Alice respondeu, meio encabulada: “eu.. .nem sei, Sir, neste exato momento … pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então.” […] “Receio não poder me explicar, respondeu Alice, porque não sou eu mesma, entende?” (Carroll,  Alice:  Alice no país das maravilhas, 2002, p.45).  Questão das duas direções:  Nessa história, Alice tem a capacidade de crescer e diminuir sucessivamente com a ingestão de um cogumelo, isto é, ir às duas direções,  e quando se diz  “ao mesmo tempo” quer dizer que ela não tomava apenas uma direção, como o fazemos nas interpretações e na fixação do significado, mas as duas.  Essa questão é mais profunda em “Alice através do Espelho”  onde Carroll brinca com a imagem especular invertida de qualquer objeto assimétrico.  Quer dizer, num espelho todos os objetos assimétricos (que não se sobrepõem em suas imagens especulares) ficam ao contrário.  Assim a proposição “ir às duas direções ao mesmo tempo” ganha sua real potencialidade, onde Alice caminhava para trás para chegar à frente, pois as direções frente e trás são invertidas quando se caminha em direção a um espelho, movendo a imagem oposta. (Carroll, Alice:  Alice através do espelho, 2002).

[8] Deleuze (1998) quer dizer que o significado pressupõe o fechamento semântico, o cercado, a classe, próprios da interpretação das disciplinas hermenêuticas.  O  significado é operado por uma correspondência objetal e linear, isto é, nome/objeto, significante/significado, sendo que o sentido escapa dessas mediações redutíveis.

[9] A imagem da árvore, como representação da estrutura organizativa do mundo real, embora sugerida no século III por Porfírio, materializou-se no pensamento filosófico talvez por inspiração religiosa, na retomada dos autores clássicos, como Aristóteles, pelos medievais. Essa imagem remonta na Bíblia, especialmente no livro de Gênesis que descreve a criação do mundo, onde no Jardim do Éden o “Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore da ciência e do mal.”  Mais adiante, Deus ordenou que não se comesse da árvore do bem e do mal, e foi justamente dessa árvore que Eva comeu, e como castigo (sem cometer nenhuma heresia) fomos condenados a ter uma episteme dicotômica e fomos expulsos do paraíso  (Gn. 2, 9).  A  metáfora da árvore, segundo Burke (2003, p. 82) era utilizada, na Idade Média, para visualizar a organização do conhecimento. “Além de árvores do conhecimento como a Arbor scientiae, de Raimundo Lúlio, escrita por volta de 1300, mas reeditada diversas vezes no período, havia árvores da lógica (a chamada ‘Árvore de Porfírio’), árvores da consagüinidade, árvores da gramática, árvores do amor, árvores das batalhas e até uma árvore dos jesuítas (com Inácio na raiz).”  Assim, a árvore lógica de Porfírio (assim chamada porque baseada na lógica clássica aristotétlica) e as árvores de conhecimento, dividindo as disciplinas, constituem-se a base lógico-filosófica da indexação e da classificação, respectivamente, sobretudo na distribuição dos nomes (substâncias) do gênero à espécie, método que consiste na compreensão crescente e extensão decrescente, como também nas categorias, que fornecem a orientação lógico-espaço-temporal às palavras na ordenação dos termos na indexação pré-coordenada.

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Sobre a autor / About the Author:

Silvana Drumond Monteiro
drumond@sercomtel.com.br

Professora Adjunto do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina
Mestre em Biblioteconomia pela PUCCAMP
Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUCSP.

 

Fontepesquisada:( http://www.dgz.org.br/dez03/Art_05.htm

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Sobre seletynof

Escola (ensino médio):Colégio Marista Cearense;Faculdade/Universidade: Universidade Federal do Ceará;Curso:Física; Diploma:Pós-Graduação em Física;Profissão:físico e professor; Setor:Científico.

Publicado em 13 de julho de 2008, em EPISTEMOLOGIA. Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

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