CONHECER E CIÊNCIA 1

    

kant foi o primeiro filósofo que estabeleceu os limites, os objetivos e o valor das ciências, declarando que a ciência visa somente aos fenômenos, isto é, investiga o campo do sensível, não ultrapassando o campo da experiência.

De fato, quando verificamos a forma dos corpos, sua composição, suas propriedades, formulamos juízos que exprimem fatos ou relações entre fatos. Portanto, são juízos de uma existência ou realidade. Ao passo que, outros juízos podemos formular sobre o valor das coisas e não o que são elas, sendo estes, juízos de valor, os quais ultrapassam o campo do sensível e da experiência. Desse modo, podemos concluir que os juízos de realidade são científicos e os juízos de valor são filosóficos.

Cada ciência tem seu objeto. E o objeto de cada ciência é uma fração da realidade total. Não poderão, pois, as ciências, cujos objetos não são mais do que partes de um grande todo, fornecer ao homem uma visão do conjunto universal.

As ciências, portanto, não têm caráter universal, sua causa material é limitada, não possuem também profundidade, pois, as ciências se restringem à determinação das leis do fenômenos. A física, por exemplo, cuida das leis da mecânica, da ótica, da acústica, etc.,mas não se preocupa com a composição dos corpos, pois, é o objeto de outra ciência, a Química.

Disso podemos concluir que as ciências se limitam ao mundo dos fenômenos, ao mundo sensível da experiência e fundamentam-se sobre postulados, princípios aceitos sem discussão. Cuidam das causas imediatas, sem ultrapassarem o mundo do sensível.

Todavia, o desejo de saber é inato no homem e não tem limites; não podemos contentar-nos apenas com as causas imediatas das coisas. Existem várias perguntas, que transcendem a experiência e caminham pelo mundo dos valores das coisas, às quais as ciências não podem dar respostas. Cabem, pois, tais respostas a um ramo do saber de caráter universal, que tenha por objetos as causas supremas e gerais, que critique os postulados de todas as ciências particulares. Esse ramo é a filosofia.

A filosofia, então, visa, pela razão, ao que está além da experiência. Portanto, sendo a filosofia essencialmente metafísica, isto é, procurando ultrapassar o mundo físico ou sensível, deve ela servir-se da razão. Mas para atingir seus fins, deve ela servir-se somente da razão natural, distinguindo-se neste particular da teológica, que se serve da razão revelada.

 DA CLASSIFICAÇÃO DAS CIÊNCIAS

Pelo conceito geral de ciência  (conhecimento das coisas por suas causas), podemos dizer que a ciência é una e infinita, mas tão vasta e tão ampla que nossa fraca inteligência não pode abrangê-la em sua totalidade. Daí a necessidade de fragmentar esse conjunto de conhecimentos que se propõem dar a explicação universal das coisas, para, através de suas partes, podermos compreender o todo. Essa fragmentação, que é o princípio fundamental da análise, estabelece as ciências particulares, entre as quais se distribuemtodos os conhecimentos, segundo seu objeto. Cada ciência particular, segundo a definição de Littré, pssa a ser o grupo de conhecimentos certos, gerais e metódicos relativos a um objeto determinado.

Ora, como todo método sistemático abrange a definição, que analisa a compreensão da verdade encontrada, enumerando os elementos que a distinguem de outras verdades, e a classificação, que a divide para analisar a sua extensão e localização no quadro geral dos conhecimentos humanos, é precio definir e classificar as ciências particulares.

Desse modo, o problema da classificação das ciências consiste em saber se é possível encontrar entre elas uma ordem rigorosa e natural de dependência. Certa ordem de dependência existe entre as ciências e, segundo A. Rey, A observação e a experiência nos revelam uma relação estreita entre os fatos morais e os fenômenos biológicos; os fenômenos biológicos por seu turno estão ligados a fatores de ordem puramente química; e a fisiologia não pode constituir-se cientificamente senão depois de certo progresso da química. A química seguiu a mesma lei: os resultados obtidos na física têm uma repercussão direta sobre seu progresso. A mesma observação pode ser feita em física com relação à mecânica, em mecânica com relação à geometria e com a ciência da quantidade pura, a matemática.

Além disso, como todo conhecimento apresenta uma dualidade, isto é, o sujeito que conhece e o objeto conhecido, a classificação das ciências pode admitir um ou outro ponto de vista. Em se tratando do sujeito que conhece, a classificação será subjetiva; em se tratando do objeto conhecido, objetiva.

Dentre as principais classificações subjetivas, temos a de Aristóteles e a de Bacon.

    

CLASSIFICAÇÃO DE ARISTÓTELES

Aristóteles dividiu as ciências segundo a atividade humana que nelas aparece e o proveito que delas tiramos: sob este último ponto de vista, as ciências dividem-se em:

1 – Especulativas ou Teóricas – Sua finalidade é apenas conhecer a verdade, sem preocupação prática alguma. Estas ciências são: a) Física;  b) Matemática;  c) Filosofia ou Metafísica.

2 – Práticas – São as ciências que traçam as regras para as nosas ações ou nos fazem agir corretamente: a) Estética;  b) Moral;  c) Economia;  d) Política.

3 – Poéticas – Apontam os meios de que devemos servir-nos para realizar as obras exteriores; seu fim, pois, é a produção de uma obra agente: a) Poética;  b) Retórica;  c) Dialética.

Corresponde esta classificação aos três modos possíveis do desenvolvimento da atividade humana: saber, agir, produzir. É incompleta, porque omite a História; não é perfeita, pois confunde as ciências propriamente ditas as artes técnicas e as belas-artes. Além disso, não é bastante exata, porque as três atividades: saber, agir, produzir se interpenetram comumente.

CLASSIFICAÇÃO DE BACON

Para a classificação da ciências, Bacon considera as faculdades intelectuais pelas quais adquirimos essas mesmas ciências. A seu modo de ver, as funções intelectuais são três: conservar, reproduzir e combinar, que correspondem às três faculdades: memória, imaginação e razão. Daí sua classificação:

1 – Ciências da Memória – História Natural e Civil.

2 – Ciências da Imaginação – Poética, Narrativa, Dramática, Parabólica.

3 – Ciências da Razão – Filosofia, a qual tem por objeto: a) Deus estudado na Teologia Natural;b) Natureza, estudada na Metafísica, Física e Artes Mecânicas; c) Homem, estudado em geral, em seu corpo, em sua alma, m suas relações sociais.

Também Bacon confundiu as ciências com as artes técnicas e as belas-artes; aproxima sem razão a História Natural e a Civil. É classificação que não satisfaz, porque qualquer ciência implica a colaboração das três faculdades: memória, imaginação e razão. 

Dentre as classificações objetivas, as mais importantes são as de Augusto Comte, de Spencer e de Ampère.

CLASSIFICAÇÃO DE AUGUSTO COMTE

Esta classificação se baseia num princípio mais rigoroso que as anteriores; respeitando a independência das ciências, Comte procura agrupá-las segundo sua complexidade crescente e sua generalidade decrescente. Para justificar esse critério, afirma ainda que, na natureza, os fatos mais simples são sempre os mais gerais, e que a dificuldade de conhecer o objeto cresce à medida que aumenta a sua complexidade. Daí sua classificação:

1 – Matemática – ciência do número e da grandeza, propriedades que não só se encontram em todos os seres da natureza, como são as mais simples e universais; deve, pois, a matemática iniciar a classificação.

2 – Astronomia – deve ser a segunda na ordem de complexidade, porque é a ciência que se ocupa das massas materiais que existem no universo e seu objeto apresenta menos simplicidade que a matemática.

3 – Física – depois da astronomia, vem necessariamente a física que tem por objeto o estudo das forças da natureza.

4 – Química – cabe a esta ciência o estudo da constituição dos corpos particulares.

5 – Biologia – ciência que estuda somente os corpos químicos muito complexos e que apresentam em sua complexidade a vida, propriedade que as ciências anteriores desconhecem.

6 – Sociologia – ocupa o sexto e último lugar; é a ciência das relações que os homens devem ter entre si. Encerra os fenômenos mais complexos e mais difíceis e, por essa razão, deve estar na cúpula dessa classificação. O vocabulário sociologia foi criado po Comte.

Além dessa classificação específica, Comte dividiu a ciência em geral em dois grupos: ciências abstratas e ciências concretas. As primeiras, abstratas, tratam das leis que regem os fatos da natureza em todas as suas combinações possíveis. A este grupo pertencem as ciências já citadas. As segundas, as concretas, são as que estudam os seres reais, ou melhor, as combinações que a natureza nos apresenta na realidade. São mais ciências aplicadas e não precisam ser classificadas, pois todas elas dependem das ciências abstratas.

Quando lançada, esta classificação apresentava aspectos de perfeição. Hoje, porém, não se pode mais defender a irredutibilidade dos fenômenos físicos e químicos. A astronomia não é mais puramente mecânica. A análise espectral, pouco depois da audaz afirmação de Comte, apresentou-lhe categórico desmentido. É ainda omissa, pois fundamentada no princípio positivista não inclui a metafísica.

CLASSIFICAÇÃO DE SPENCER

 

Escreveu Spencer um opúsculo para refutar a classificação de Comte e para corrigi-la apresentou novo critério na classificação das ciências:

1 – Abstratas – que tratam das relações dos fenômenos entre si e não dos próprios fenômenos: são elas a Matemática e a Lógica.

2 – Abstrato-concretas – que tratam de agrupamentos de fenômenos, todos eles da mesma natureza, como se dá na fpisica, onde se estuda agrupados os fenômenos acústicos, óticos e elétricos; são abstrato-concretas a Mecânica Aplicada, a Física e a Química.

3 – Concretas – que tratam de agrupamentos de fenômenos heterogêneos ou de várias natureza; são elas: a Astronomia, a Geologia, a Biologia, a Psicologia e a Sociologia. Acrescenta mais que estes seres podem ser estudados em si ou nas leis de sua evolução, nas condições gerais de sua existência, o que dá lugar à Filosofia da Evolução ou Metafísica.

Spencer em parte corrigiu a classificação de Comte, mas seu trabalho também não pode ser aceito. Além de estabelecer uma distinção muito acentuada entre as ciências abstratas e as concretas, deu à Metafísica um lugar de dependência o que hoje não se aceita.

CLASSIFICAÇÃO DE AMPÈRE

O critério de Ampère foi o do princípio de dicotomia, isto é, dividiu as ciências em dois reinos: o das Ciências Cosmológicas, isto é, relativas ao Não-eu, ao Mundo, e o das Ciências Noológicas ou ciências do espírito. Dividiu cada qual em dois sub-reinos. Estes em oito classes, que se subdividem em dezesseis subclasses, apresentando assim o número de 32 ciências de primeira ordem. Destas ciências, por subdivisões sucessivas apresentou 64 ciências de segunda e 128 de terceira ordem.

Sólida em seu princípio das ciências cosmológicas e ciências noológicas, o excesso de esquematização condenou o seu tranbalho por obscuro, artificial e complicado. Para tanto, foi ele obrigado a criar ciências novas e de conteúdo duvidoso.

Houveligue, em A Evolução das Ciências, declara: É notável a importância da razão e da lógica para constituírem com toda as peças uma classificação das ciências. Os maiores gênios de todos os séculos, des Aristóteles e Bacon até Augusto Comte e Spencer, esforçaram-se para isso, sendo visível que as suas tentativas seguiram a constituição das ciências, em vez de a precederem; eles tentaram dar uma forma lógica ao que existia, mas ao mesmo tempo revelaram a sua impossibilidade absoluta para criar o quadro das verdades do futuro. É que uma ciência nunca começa por definir o seu objeto, por medir e abalizar o seu domínio: os fatos vêm primeiro, depois as observações mais gerais e só mais tarde, quando as aquisições se acumulam, é que se faz sentir a necessidade de as ordenar. As classificações de Aristóteles tiveram esse caráter de oportunidade, mas a evolução dos acontecimentos humanos só muito tempo depois é que fêz estalar, por imcompletos, os seus quadros. Outros classificadores mais ambiciosos sonharam estabelecer a nomenclatura geral das ciências atuais e futuras; o lamentável insucesso dos seus esforços prova a inanidade do seu propósito.

Pelo que acabamos de ver, podemos dizer que modernamente aceita-se como fundamento de uma classificação das ciências os princípios de Comte e de Spencer. No entanto, tais princípios não podem ser tomados no sentido materialista, pois isso reduziria a atividade da vida e do espírito aos fenômenos da matéria. Sabemos que os fenômenos psicológicos e morais são condicionados pelos fenômenos físico-químicos, mas não são produtos destes fenômenos. Por isso, podemos aceitar qualquer classificação fundamentada nos princípios citados, desde que se respeite a natureza específica dos vários fenômenos e a independência das ciências particulares, quer da natureza, quer do espírito.

   

 

 DA NATUREZA DA CIÊNCA

 

Ciência, do latim scire, etimologicamente quer dizer: conhecimento, saber. Aristóteles já a definia: é o conhecimento das coisas por suas causas. E reconhecia quatro causas: material, formal, eficiente e final.

Hoje podemos dizer que a ciência é forma particular de conhecimento, fruto do raciocínio e da observação aperfeiçoada, da razão e da experiência. Desse modo, o homem para conhecer, basta observar; para saber, é preciso que compare e generalize.

Sob outro ponto de vista, a ciência é uma crença na validade dos conhecimentos, considerados objetivamente. Meyerson afirmou: Explicar cientificamente um fenômeno consiste em identificar o antecedente com o conseqüente, em eliminar a novidade e a mudança, em estabelecer a igualdade entre os termos dados (causa e efeito).

Entre os antigos, a ciência se relacionava mais com o que hoje chamamos sabedoria, e tinha maior vinculação com o indivíduo. A ciência moderna que adquiriu um desenvolvimento extraordinário, mormente a partir do século XIX, tende à objetividade; o homem de ciência cada vez mais é absorvido por seu objeto, e em certos casos não é mais o indivíduo que faz ciência, mas o grupo (equipe). Neste sentido a ciência se desumaniza.

Segundo Husserl, a ciência é um sistema de conhecimentos certos e prováveis, baseados em princípios sistematicamente ordenados e, no sentido demonstrativo, agrupados doutrinariamente. Mas a concepção da ciência não seria completa, se apenas a considerássemos como um corpo de doutrina; compreendetambém as operações com as quais é criada, as que trazem novos fatos e operações que os sistematizam.

Jolivet encara o termo ciência, sob dois aspectos:

Objetivamentea ciência é um conjunto de verdades certas e logicamente encadeadas entre si, de maneira que formem um sistema coerente. Sob este aspecto, a filosofia é uma ciência, tanto quanto a física e a química. No mesmo sentido é preciso dizer que ela responde melhor à idéia de ciência do que as ciências da natureza, porque usa princípios mais universais e se esforça por descobrir a razão universal de todo o real.

Subjetivamenteé o conhecimento certo das coisas por suas causas ou por suas leis.  As pesquisas das causas propriamente ditas (o porquê das coisas) é reservada principalmente à filosofia. As ciências da natureza se limitam a pesquisar as leis que governam a coexistência ou a sucessão dos fenômenos (a pesquisa do como).

Considerando ainda a finalidade da ciência, cremos que seu objeto é querer compreender e explicar a realidade, tornando-a clara e acessível à razão; é o que Meyerson denomina racionalizar o real. Ora, se a ciência tem por fim racionalizar o real, implica a abstração e esta tende ao geral, às proposições universais ou, cientificamente falando, às leis. Logo, não há ciência do particular. Desse modo, o indivíduo interessa à ciência apenas como ser que se submete a essas leis.

Para Santo Tomás: Scientia est assimilatio mentis ad rem saitam (A ciência é a assimilação do espírito à coisa conhecida). Wolff define-a: é o hábito de demonstrar o que se afirma ou de deduzir de princípios certos e imutáveis por meio da legítima conseqüência. E Kant considera sempre como ciência propriamente dita o que é objeto de uma certeza apodítica, mas define a ciência em geral, como a doutrina que forma um sistema ou todo conjunto de conhecimentos ordenados segundo princípios. Este último conceito hoje em dia é clássico.

Lei, em sentido lato, é toda regularidade observada na conduta e na natureza. No sentido jurídico, é o conjunto de regras de conduta que o poder governamental sanciona e reconhece como aquelas que fará cumprir e de acordo com as quais regulará, limitará e protegerá os atos de seus membros. No sentido puramente científico é a generalização alcançada pela investigação empírica.

Vemos, pois, que é muito amplo o sentido de lei. A lógica Material deve preocupar-se apenas com o conceito universal e, de acordo com a metodologia, deixa a conceituação restrita às ciências particulares, se bem que possa criticá-las.

Segundo o Vocabulaire Technique et Critique de la Philosophie de Lanlande, assim podemos analisar o conceito universal de lei:

1 – Regra geral e imperativa que rege a atividade humana, desde que o homem é homem:

a) Imposta sem declaração expressa, pelo uso, pelo costume e pela tradição. Exemplo claro são as leis da moda;

b) Formulada e promulgada em termos autênticos pela autoridade soberana de um estdo. Estas leis podem ser chamadas positivas, por oposição às leis morais ou divinas, consideradas como naturais;

c) Que expressa a vontade de Deus; como a lei antiga (o código de Moisés) ou a lei nova (doutrina de Cristo ou Evangelho).

2 – Exercício de uma autoridade, coação imposta pelos homens. Neste sentido compreende-se a lei do vencedor, a lei de Linche, etc.

3 – Regra obrigatória que expressa a natureza ideal de um ser ou de uma função; norma à qual esse ser ou função deve submeter-se para realizar-se:

a) Leis do espírito, no sentido em que esta expressão designa os axiomas fundamentais com os quais o pensamento deve estar de acordo para um valor lógico;

b) Sob o ponto de vista moral a lei natural é o princípio do bem, tal como se revela à nossa consciência. A lei moral, pode ser considerada o princípio de ação universal e obrigatória a que o ser racional deve submeter seus atos, para realizar a sua autonomia;

c) Leis de um gênero, em Estética, temos as leis da arte, são as condições que uma obra deve preencher para realizar plenamente o ideal do gênero a que pertence.

4 –  Fórmula geral demonstrativa – tal que dela se podem deduzir os fatos de uma certa ordem, como a lei de Mariote, a lei da gravidade, etc. Neste sentido designam-se as leis da natureza.

Uma das mais célebres definições de lei é a de Montesquieu, no livro I do Esprit des Lois: As leis, na significação mais genérica, são as relações necessárias que derivam da natureza das coisas; e neste sentido todos os seres têm as suas leis.

Fontepesquisada:(Dino F. Fontana, HISTÓRIA DA FILOSOFIA, PSICOLOGIA E LÓGICA, sARAIVA, São Paulo, 1969)  

 POSTED BY SELETINOF 1:00 PM

 

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Sobre seletynof

Escola (ensino médio):Colégio Marista Cearense;Faculdade/Universidade: Universidade Federal do Ceará;Curso:Física; Diploma:Pós-Graduação em Física;Profissão:físico e professor; Setor:Científico.

Publicado em 8 de junho de 2008, em EPISTEMOLOGIA. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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